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09/04/2007: Os melhores brinquedos para as crianças!
Época elege os 12 melhores brinquedos para as crianças!
Mais uma vez a nossa mesa de água com atividades da Step 2 foi eleita um dos melhores brinquedos, dessa vez pela revista Época.
"Qual criança não gosta de brincar com água? Esta espécie de minipiscina fará a festa delas com baldes e até um moinho que a garotada movimenta jogando água. Quem preferir pode também encher com areia."
Revista Época - Nº 433 - 4 de setembro de 2006
04/01/2006: Play Ground é coisa séria!
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Anuário de Fornecedores para Condomínios
Brincar é muito bom, mas, em muitos casos, os condomínios não dispõem de áreas realmente adaptadas para favorecer o desenvolvimento sadio das crianças com toda a segurança necessária.
Antes da brincadeira, a diversão é coisa séria, por isso, faça a escolha certa quando realizar procura por play ground.
Não esqueça que locais partilhados pelos condôminos, naturalmente, sofrem um desgaste mais acelerado se comparado com as áreas particulares. Nem poderia ser diferente. É a parte de uso comum, portanto, precisa suportar uma carga maior de intempéries das mais diferentes naturezas.
Para compensar o desgaste dessa zona sensível do condomínio, material de qualidade e manutenção são fatores de imensa relevância.
Quando o assunto for play ground, não hesite. Procure o melhor preço, a melhor qualidade, assim, certamente, você consolidará uma real área de lazer em seu condomínio.
09/10/2005: DIVERSÃO CASEIRA
Arquitetos projetam itens por faixa etária; edifícios antigos também criam lazer diferenciado
Brinquedos dividem idades diferentes
Muitos arquitetos, como o também paisagista Benedito Abbud, dividem a área de lazer infantil por faixas etárias em seus projetos para edifícios. "Há praças para mães e babás que levam filhos pequenos para tomar sol de manhã ou no fim da tarde", exemplifica.
Além da segmentação por idade, os projetos prevêem áreas internas e externas de lazer. Para os dias de chuva, há cinema e LAN house. "Para os de sol, criamos desde um playground com brinquedos infantis educativos até paredes de escalada, para a faixa etária mais elevada", descreve Newman Brito, diretor da Schahin Desenvolvimento Imobiliário.
O lazer infantil diferenciado é preferencialmente implantado em terrenos com muito espaço e um grande número de torres e de apartamentos, para diluir custos de manutenção, observa Abbud.
E não são apenas os empreendedores que se preocupam com o entretenimento infanto-juvenil. Edifícios antigos têm a opção de modernizar as instalações para os baixinhos (veja opções de equipamentos abaixo). "Onde moro exigiu-se em assembléia a implantação de equipamentos de lazer infantil", relata Tomás Salles, 54, diretor-geral da imobiliária Lopes.
"Uma área verde pode virar playground, e uma sala de jogos para adultos pouco usada se transforma em brinquedoteca", sugere Isabelle Gretillat, gerente de projetos da imobiliária Hubert.
"Mas não são comuns essas mudanças. Geralmente prefere-se apenas a atualização do ambiente já existente, como a troca do piso e a do papel de parede de um salão de festas", ressalva.
Outros espaços
Mas brincar sempre dentro do condomínio tem restrições, segundo a coordenadora do Núcleo de Cultura, Estudos e Pesquisas do Brincar e da Educação Infantil da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Maria Angela Barbato Carneiro.
"Havendo oportunidade, os pais devem fazer com que os filhos explorem outros espaços, para uma maior socialização e o exercício da autonomia", pondera. "Seria bastante salutar que as crianças pudessem brincar também em parques públicos, centros de recreação e clubes." (EV)
30/09/2005: Brincar ajuda a descobrir o mundo
RENATO ESSENFELDER Editor-assistente de Suplementos MARIANA IWAKURA Colaboração para a Folha
Hoje em dia é importante falar inglês e dominar computadores. Espanhol, francês e alemão são desejáveis. A prática de esportes garante boa saúde. Música e artes alimentam a alma. Bombardeados por um receituário rigoroso de lições para garantir o bom futuro dos filhos, os adultos às vezes esquecem que a obrigação primeira das crianças é brincar.
"A sociedade tutela a criança em demasia e causa uma 'adultização' precoce. As crianças têm agenda estressada, celular, computador. Não sobra tempo para brincar", diz Gisela Wajskop, diretora do Instituto Singularidades (de formação de professores) e doutora em educação pela USP (Universidade de São Paulo).
"Segundo lar" das crianças, a escola também resiste à idéia de balancear o ganho mensurável das aulas de informática e balé com o ganho intangível do brincar. "Infelizmente, dentro da tradição formal dos currículos, a escola desvaloriza o brincar", diz Maria Aparecida Zamberlan, doutora em psicologia escolar pela USP e docente da pós na UEL (Universidade Estadual de Londrina).
Mas saber e brincar não são antagonistas. Os pais com consciência disso suam para encontrar escolas que conciliem brincadeiras a lições diversas. "Preferi uma escolinha com muitos brinquedos, que desenvolvesse a curiosidade", explica Ana Carolina Martins, 26, mãe de Maria Clara, de 21 meses.
"Crianças precisam de oportunidades lúdicas para aprender baseadas na curiosidade", corrobora Jane Perry, do Harold E. Jones Child Study Center, da Universidade da Califórnia (EUA).
Cultura de brincadeira
Brincar não é apenas uma forma tola de a criança se distrair, passar o tempo. A integração entre jogo e cultura é tão grande que o historiador holandês Johan Huizinga (1872-1945) cunhou a expressão Homo ludens(homem que brinca). Segundo Huizinga, a noção de jogo influenciou todas as grandes realizações humanas.
Assim, as brincadeiras infantis são uma forma de integrar a criança ao nosso mundo, lúdico e competitivo. Brincando a criança descobre emoções e formas de se relacionar com o grupo. Também estimula a memória e o raciocínio, aperfeiçoa o uso da linguagem, afina a coordenação motora.
Além disso, ao tomar decisões simples ("A boneca vai jantar ou tomar banho?"), a criança elabora as significações de cada ato. "Essa criança cresce e se torna um adulto mais bem sucedido, mais criativo, mais flexível e mais social", diz Tizuko Kishimoto, professora da faculdade de educação da USP.
Com base nesses princípios, a Folhareuniu neste Guia os tipos de brinquedo mais adequados para crianças de zero a 12 anos, segundo especialistas.
Agenda negociada
Com tantos argumentos, às vezes pode ser mais fácil para os pais do que para as crianças entenderem a necessidade do brincar. Não raro, são os pequenos que insistem em lotar a agenda, como os irmãos Guilherme, 11, e Arthur Formon, 9, que dividem o tempo entre escola (onde ficam em período integral e fazem artes plásticas, caratê e capoeira), clube (esportes), e casa, onde o videogame monopoliza atenções. Arthur também pratica violão. "Fui eu que escolhi. Gosto de tocar rock."
Segundo especialistas, assentir que a criança controle sua própria agenda pode até ser incentivado. "Porém é preciso cautela. Um curso de violão pode revelar identificação com a música, mas algumas atividades podem ser escolhidas só para seguir um amiguinho", diz a psicopedagoga Angela Maluf, autora de "Brincar - Prazer e Aprendizado" (ed. Vozes). Como em tudo na vida da criança, os pais devem ser os árbitros finais.
16/09/2005: A PRIMEIRA A RECEBER O PRÊMIO QUALITY BRASIL
A primeira a receber o Prêmio Quality Brasil
A World Toys é uma empresa especializada em produtos para playground de plástico poliotileno, além de brinquedos em geral, desde 1997, É A ÚNICA DO SEGMENTO DE PLAYGROUND, que foi avaliada, e devido a conformidade com os requisitos dos critérios de avaliação, foi selecionada a PREMIADA COMO DESTAQUE EM QUALIDADE NO BRASIL PELA EXCELÊNCIA EM SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS, COM O PRÊMIO QUALITY BRASIL 2004.
É uma empresa sólida, que trabalha com seriedade, e busca sempre aprimorar a qualidade de seus serviços e produtos, para plena satisfação de seus clientes; através de atendimento personalizado, catálogos estilizados, showroom, assistência técnica, entre outros.
A World Toys é pioneira em inovação de produtos exclusivos, pois realiza importação de marcas mundialmente conhecidas, como Little Tikes e Step 2 a qual somos representantes no Brasil. Atuamos junto a condomínios mas também atendemos escolas, concessionárias, prefeituras, buffets, entre outros; e um de nossos objetivos pe a diversão completa das crianças, pois sabemos que todos os playgrounds possuem bordas arredondadas, são coloridos e não têm protuberâncias, evitando riscos, e isso é imprescindível para a segurança das mesmas.
VENHA VISITAR NOSSO SHOW ROOM
Horário de funcionamento:
de 2ª a 6ª feira das 8:30 às 17:30 h
Telefone: 11 3856-0703
03/01/2005: Playground: exija o certificado da ABNT
REPORTAGEM DA SUPRA ENSINO – ANO DE 2005 – PÁGS. 8 E 9
Na hora de adquirir o playground para a sua escola deve-se pensar em alguns cuidados básicos para garantir a segurança e a diversão dos alunos. É indicado que, na hora de escolher uma determinada marca de brinquedos, seja averiguado se o fabricante segue as normas da NBR 14-350 da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.
O seguimento dessas Normas garante que os seus alunos não terão riscos de sofrer graves acidentes, como: ficar presos no trepa-trepa, enroscados no escorregador ou de se ferirem com lascas de madeira ou partes de ferro enferrujado.
Segundo Mariano Bacellar, diretor técnico do IQB - Instituto Brasileiro de Qualificação e Certificação, “deve ser feita uma vistoria periódica dos brinquedos, certificando-se que os alunos não estão brincando em equipamentos inseguros”.
A Norma indica como deve ser o equipamento de playground para a segurança dos usuários, mas a mesma não é obrigatória. “Os fabricantes não são obrigados a seguir o que diz a Norma, mas as empresas sérias a respeitam e cuidam para que todos os seus brinquedos sejam seguros. Portanto, antes de adquirir o playground, tenha a certeza de que está comprando um produto certificado. Exija a comprovação”, orienta Mariano Bacellar.
É importante ver se existe a projeção de algum parafuso ou uma ponta que possa levar a criança a se arranhar e, imediatamente, solucionar o problema. “Infelizmente, alguns perigos não podem ser facilmente visualizados, o que aumenta os riscos para a saúde das crianças. Um bom exemplo pode ser observado na pintura do equipamento. Olhando, tudo pode parecer normal. Mas, a tinta usada pode ser venenosa e a criança pode se intoxicar”, esclarece o diretor do IQB.
O espaço do playground deve ser criativo, colorido, atraente, mas também seguro. Para chegar a esse resultado é necessário pensar em um lay-out que atenda às Normas de segurança. “Os brinquedos devem ser posicionados de maneira que a circulação das crianças se faça sem possibilidades de conflitos. Por exemplo, a saída de um brinquedo não pode coincidir com a entrada de outro, para evitar tombos, cabeçadas e trombadas. Esse tipo de acidente costuma acontecer na saída dos balanços”, ensina Mariano Bacellar.
Outra questão que merece atenção é o piso. “A criança desce no escorregador e no final tem o impacto com o solo. A superfície deve ser absorvedora de choques. Se essa medida não for seguida, a criança pode sofrer até fraturas. Isso porque o local não estará convenientemente apropriado para a brincadeira”, adverte Bacellar.
Para evitar esse impacto, a escola pode utilizar areia, desde que seja com grãos menores do que três milímetros, arredondados e que seja diariamente tratada e coberta durante a noite para evitar que animais fiquem no local, podendo ocasionar doenças.
A grama artificial não é absorvedora de impacto. “Para que ela seja usada com segurança é indicado o uso de um tapete de borracha com uns quatro centímetros de espessura, para conter o impacto”, diz Mariano Bacellar.
Nos brinquedos de velocidade, a parte do eixo deve estar protegida para evitar a entrada de pés e mãos. “A criança que está no gira-gira, por exemplo, não pode conseguir tocar o eixo com o pé. A gangorra não pode bater no chão e, quando estiver fora de uso, deve parar na posição horizontal, não pendendo para um lado”, explica o diretor do IQB.
Nos brinquedos múltiplos, que trazem vários brinquedos em um só, deve-se redobrar a atenção para o uso de grades na parte superior. As superfícies têm que estar em perfeito estado. Se forem de madeira, não podem ter lascas. Se o material das peças for metal, elas devem estar livres de ferrugem e asperezas.
O playground feito de madeira não pode ser higienizado com produtos tóxicos e os brinquedos devem ter acabamentos lisos, livres de lascas, rebarbas ou farpas. Deve-se verificar se os mesmos não possuem bordas afiadas e pontas agudas.
DICAS
O playground deve ser separado em áreas conforme a faixa etária a qual se destina.
Planeje o lay-out com 1,80m de circulação ao redor de toda extensão do playground.
Se o piso for de areia, deve ter um mínimo de 30cm de profundidade, mantendo sempre a areia fofa.
Evite “armadilhas” nas quais as crianças possam tropeçar. Os troncos de árvores e raízes, bem como objetos soltos e mudança do nível do piso, podem ocasionar acidentes.
Tome todas essas precauções, mas lembre-se: nada é mais importante do que exigir que os brinquedos do playground de sua escola estejam dentro das Normas da ABNT.