A World Toys, na intenção de enriquecer seu conteúdo, coloca a disposição dos pais, informações relacionadas ao desenvolvimento infantil.
Neste setor, será abordado assuntos interessantes para pais e pessoas ligadas ao mundo das crianças, dentre eles, podemos citar: nomes de bebês e seus respectivos significados; reportagens diversas sobre o desenvolvimento das crianças; doenças infantis mais comuns nesta faixa etária
Se você, tem sugestões, mande-nos um e-mail, para que a equipe de avaliação, possa introduzi-la neste novo setor.
Nós da World Toys, agradecemos pela sua visita em nosso site e colocamo-nos á disposição para quaisquer esclarecimentos ou dúvidas.
Estatuto
A World Toys oferece a
você a cópia integral do Estatuto da Criança e
do Adolescente:
Hoje em dia é importante falar inglês e dominar computadores. Espanhol, francês e alemão são desejáveis. A prática de esportes garante boa saúde. Música e artes alimentam a alma. Bombardeados por um receituário rigoroso de lições para garantir o bom futuro dos filhos, os adultos às vezes esquecem que a obrigação primeira das crianças é brincar.
"A sociedade tutela a criança em demasia e causa uma 'adultização' precoce. As crianças têm agenda estressada, celular, computador. Não sobra tempo para brincar", diz Gisela Wajskop, diretora do Instituto Singularidades (de formação de professores) e doutora em educação pela USP (Universidade de São Paulo).
"Segundo lar" das crianças, a escola também resiste à idéia de balancear o ganho mensurável das aulas de informática e balé com o ganho intangível do brincar. "Infelizmente, dentro da tradição formal dos currículos, a escola desvaloriza o brincar", diz Maria Aparecida Zamberlan, doutora em psicologia escolar pela USP e docente da pós na UEL (Universidade Estadual de Londrina).
Mas saber e brincar não são antagonistas. Os pais com consciência disso suam para encontrar escolas que conciliem brincadeiras a lições diversas. "Preferi uma escolinha com muitos brinquedos, que desenvolvesse a curiosidade", explica Ana Carolina Martins, 26, mãe de Maria Clara, de 21 meses.
"Crianças precisam de oportunidades lúdicas para aprender baseadas na curiosidade", corrobora Jane Perry, do Harold E. Jones Child Study Center, da Universidade da Califórnia (EUA).
Cultura de brincadeira
Brincar não é apenas uma forma tola de a criança se distrair, passar o tempo. A integração entre jogo e cultura é tão grande que o historiador holandês Johan Huizinga (1872-1945) cunhou a expressão Homo ludens(homem que brinca). Segundo Huizinga, a noção de jogo influenciou todas as grandes realizações humanas.
Assim, as brincadeiras infantis são uma forma de integrar a criança ao nosso mundo, lúdico e competitivo. Brincando a criança descobre emoções e formas de se relacionar com o grupo. Também estimula a memória e o raciocínio, aperfeiçoa o uso da linguagem, afina a coordenação motora.
Além disso, ao tomar decisões simples ("A boneca vai jantar ou tomar banho?"), a criança elabora as significações de cada ato. "Essa criança cresce e se torna um adulto mais bem sucedido, mais criativo, mais flexível e mais social", diz Tizuko Kishimoto, professora da faculdade de educação da USP.
Com base nesses princípios, a Folha reuniu neste Guia os tipos de brinquedo mais adequados para crianças de zero a 12 anos, segundo especialistas.
Agenda negociada
Com tantos argumentos, às vezes pode ser mais fácil para os pais do que para as crianças entenderem a necessidade do brincar. Não raro, são os pequenos que insistem em lotar a agenda, como os irmãos Guilherme, 11, e Arthur Formon, 9, que dividem o tempo entre escola (onde ficam em período integral e fazem artes plásticas, caratê e capoeira), clube (esportes), e casa, onde o videogame monopoliza atenções. Arthur também pratica violão. "Fui eu que escolhi. Gosto de tocar rock."
Segundo especialistas, assentir que a criança controle sua própria agenda pode até ser incentivado. "Porém é preciso cautela. Um curso de violão pode revelar identificação com a música, mas algumas atividades podem ser escolhidas só para seguir um amiguinho", diz a psicopedagoga Angela Maluf, autora de "Brincar - Prazer e Aprendizado" (ed. Vozes). Como em tudo na vida da criança, os pais devem ser os árbitros finais.
Renato Essenfelder
Editor-assistente de Suplementos
Mariana Iwakura
Colaboração para a Folha
Pensando em Linguagem
A fonoaudiologia é uma área da saúde que trabalha com os distúrbios da comunicação humana. Vale lembrar que quando falamos em comunicação, pensamos em diálogo que pressupõe um falante e um ouvinte. Daí a importância de começarmos a repensar o papel dos pais no desenvolvimento da linguagem das crianças.
A linguagem é uma característica própria do ser humano e inicia-se na vida intra-uterina, momento em que a mãe estabelece uma relação com o bebê, que, por sua vez, ouve, sente e reage aos estímulos externos (músicas, conversas da mãe e sons diversos).
Segundo Jean Piaget, Biólogo suíço, a linguagem está em constante evolução ligada ao desenvolvimento cognitivo (inteligência) e que depende da prontidão biológica, do desenvolvimento físico e da interação com o meio. Essa interação, que a princípio consiste basicamente na relação mãe-bebê, evidenciada por uma conduta acolhedora, afetuosa e protetora por parte da mãe, é de extrema importância para o desenvolvimento da linguagem.
Piaget ainda afirma que o bebê, desde os primeiros dias de vida, precisa receber estimulação visual, auditiva, tátil e deve ter uma variedade de objetos para manipular.
O bebê, mesmo ainda não falando, comunica-se através do olhar, do choro, do sorriso e expressões essas, as quais a mãe facilmente identifica e corresponde de alguma forma, quer seja com outro sorriso, carícias, palavras ou ações.
O choro é a primeira e a mais importante expressão do bebê, pois é através dele que são transmitidos seus sentimentos de dor, medo, fome, sono. A relação pela qual a mãe supre os desejos e necessidades do seu filho é a base para o desenvolvimento da linguagem . Esse vínculo que se estabelece, também faz com que a criança se sinta amada e segura, contribuindo para o seu desenvolvimento emocional. Aproximadamente aos seis meses de idade, o bebê começa a perceber seus sons e passa a brincar com os mesmos. Nessa fase, é de extrema importância que os pais dêem atenção a esses balbucios, repetindo-os e estimulando a linguagem. Bebês cujos pais conversam com eles, mostram um desenvolvimento mais rápido para aquisição da linguagem.
As primeiras palavras ou monossílabos tendem a aparecer por volta dos 12 meses de idade, e as frases são comuns ocorrerem aos 18 e 24 meses. Isto não é uma regra, pois existem variações dependendo do bebê. Quando não há comprometimento no desenvolvimento motor ou cognitivo, parte dos atrasos na expressão oral (fala) tem sua origem em fatores psicológicos ou sociais : falta de interação da mãe com o bebê, resultando numa relação de forma imprópria e inadequada; pobreza de estímulos do meio ou seja, ambientes que não valorizam trocas comunicativas, onde há precariedade na qualidade das relações sociais e falta de disponibilidade do adulto para com a criança. É de fundamental importância, ainda que os pais demonstrem que acreditam e respeitam a individualidade de seu filho, ajudando- o na auto-estima e no seu desenvolvimento global. As crianças gostam de compartilhar momentos de diversão e de experiências novas .Daí a importância da participação dos pais, de outros adultos ou até de outras crianças nas atividades lúdicas e recreativas, onde constantemente a criança sentirá a necessidade de expressar-se, estimulando a linguagem.
Neste processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem, é comum que a criança erre alguns sons em sua fala e é freqüente que os pais procurem corrigi-la. Vale ressaltar que esses erros fazem parte do processo de construção da linguagem. Essa cobrança dos pais em relação aos erros na fala pode gerar insegurança, frustração e ansiedade na criança, pois esta percebe que não consegue corresponder ás expectativas dos mesmos. Nesta situação, é de suma importância que os pais tenham consciência das dificuldades da criança e assumam uma postura acolhedora de muita responsabilidade ; diante dos erros da fala da criança, devem dizer a palavra correta com voz clara, sem tom de repreensão e sem demarcar o erro, que pode desaparecer espontaneamente.
Se os erros na fala persistirem, os pais devem procurar ajuda de um profissional especializado, para quer os problemas não se agravem e para que possam sanar todas as dúvidas possíveis. As alterações no desenvolvimento da fala podem ser diagnosticadas desde cedo, por volta dos dois anos de idade, e devem ser tratadas precocemente com a ajuda do fonoaudiólogo.
Para realização deste trabalho é necessário o apoio familiar, fundamentais para a retomada do pleno desenvolvimento da criança.
Helen Maestre Gios e Lea Bruno dos Santos Fonoaudiólogas Clínicas
O Brincar e a Linguagem
A linguagem é uma característica própria do ser humano, um processo
em constante evolução, que depende da interação e estimulação do meio
social.
Para que a criança seja capaz de dominar a linguagem oral, é necessário
que receba os estímulos de forma adequada, pois são indispensáveis
para o desenvolvimento infantil.
Lembramos que quanto maior a vivência de mundo da criança, maior sua
experiência e ganho com ele.
É muito importante o papel dos adultos na vida da criança, pois são
eles que vão dar a oportunidade das mesmas se expressarem, de formarem
suas opiniões e ajudando assim, na formação da personalidade.
Sendo assim, diferentes atividades e oportunidades proporcionarão
um enriquecimento pessoal, como pôr exemplo:
Brincadeiras com outras crianças, em playground nas escolas, condomínios,
praças, entre outros.
Acesso a diversos livros infantis, seja na livraria, em casa, na escola,
e até mesmo ter um espaço para estudo, num ambiente apropriado.
Brincadeiras e brinquedos interativos que permitem a representação
simbólica do mundo dos adultos, como pôr exemplo: casinhas, cozinhas,
bancada de trabalho, entre outros.
Além dessas oportunidades, o que não pode faltar a uma criança é o
carinho, compreensão e atenção.
A criança precisa conviver e interagir com o ambiente familiar mas
também com o ambiente externo (fora de sua casa) mas para isso, necessita
da ajuda e compreensão dos pais.
Como disse no artigo anterior, sobre a importância da atividade lúdica,
do brincar, na vida da criança, neste artigo, saliento mais alguns
aspectos, relacionando algumas atividades, que tornam-se imprescindíveis
para o desenvolvimento e educação da criança.
Não podemos esquecer, que a atividade lúdica, deve ser pertinente
a idade da criança, precisando desta forma, os pais ou adultos ao
redor, apresentarem diferentes estímulos, mas de acordo com a idade
do desenvolvimento.
Helen
Maestre Gios Fonoaudióloga - Assessora da World Toys
Opções de decoração de quartos infantis
Edição Especial - Revista Casa com Criança
Edição nº 01, pág. 23
Editora Globo
Casa e Jardim e Crescer
Revista - O Quarto dos Filhos Edição Especial
Ano 1 - Nº01
pág. 42
Editora Revista Online
Revista - O Quarto dos Filhos
Ano 5 - nº 19
pág. 15
Editora Revista Online
Sintomas:Começa como um resfriado forte:
febre, tosse, olhos vermelhos, nariz escorrendo. Dois ou três dias
depois, aparecem manchinhas brancas como grãos de sal dentro da
boca, e m em seguida, uma erupção avermelhada atrás das orelhas
e do pescoço. A erupção dura de cinco a sete dias e os sintomas
se instalam cerca de dez dias após o contato com a pessoa contaminada.
Tratamento: Leve a criança ao médico,
para ela examinar os pulmões. Não perca tempo em buscar socorro
hospitalar se o seu filho se queixar de dor forte no ouvido ou no
tórax, ou sentir dificuldade para respirar.
Vacina: É eficiente e
deve ser aplicada em duas doses: aos 9 meses e 15 meses.
ROTAVÍRUS
Sintomas:
Febre alta, acompanhada de diarréia e vômitos, é o primeiro sinal.
Á vezes há também tosse. O rotavírus ataca principalmente as crianças
pequenas e por causa da diarréia podem ficar desidratadas. A desidratação,
causa palidez, agitação, sede excessiva e redução do volume da urina.
A pele enruga e a boca fica seca.
Tratamento:
Por ser uma doença viral, não há muito o que fazer, a não ser combater
os sintomas. O principal cuidado é manter a criança bem hidratada.
A ação do rotavírus dura, em média, sete dias.
Vacina: Não existe ainda,
mas já está em desenvolvimento.
GRIPE
Sintomas:
Coriza e dor de garganta dão o primeiro alarme do problema, que
ás vezes também causa febre e dores no corpo. Pode haver diarréia
leve em crianças pequenas. Gripes e resfriados são causados por
vírus e afetam principalmente crianças de seis meses a cinco anos,
as que não tomaram leite materno, ou tenham problemas de desnutrição
ou alergias.
Tratamento:
A gripe melhora espontaneamente, sem medicamento. Durante o surto,
reforce a alimentação da criança, oferecendo-lhe muito líquido e
afaste-a de lugares poluídos e ambientes fechados, que tenham pó
ou mofo acumulados.
Vacina: Deve ser renovada
anualmente, e embora represente uma boa proteção, não garante contra
todos os tipos de vírus causadores da gripe.
OTITE
Sintomas:
Geralmente surge, alguns dias depois de um surto de resfriado ou
coriza. Pode haver febre. Crianças pequenas choram ou esfregam o
lado da cabeça. Ás vezes sai pus do ouvido. As otites podem ser
causadas por vírus ou bactérias. Podem atacar o ouvido externo ou
o ouvido médio, mesmo sem haver quadro de gripe ou resfriado.
Tratamento:
Antes de tomar qualquer iniciativa, consulte o pediatra, para ele
diagnosticar o local e o tipo de infecção. Se a otite for bacteriana
há necessidade de antibiótico.
FARINGITE
Sintomas:
Rouquidão, ardência na garganta e perda de apetite, costumam anunciar
o início da crise, que pode ser desencadeada em função de uma gripe
ou resfriado anterior.
Tratamento:
Diante desses sinais, convém não medicar a criança com analgésicos
à base de ácido acetilsalicílico, uma substância presente em remédios
como: Melhoral, Aspirina e AAS. Apesar de eficiente contra a dor
e febre, este ácido pode desencadear uma doença rara, mas fatal,
chamada de Síndrome de Reye. Mais uma vez, uma dieta reforçada em
líquidos, um ambiente arejado e o medicamento indicado pelo pediatra
são a melhor ajuda.
AMIDALITE
Sintomas:
Ela sempre começa como um resfriado comum, e, em 80% dos casos,
é provocada por vírus. A garganta fica vermelha e dolorida, e as
amígdalas aumentam de tamanho. Se houver pus, no entanto, trata-se
de uma infecção bacteriana, e aí pode ocorrer febre alta. Se o seu
filho apresenta mais do que 5 surtos de amigdalite por ano, é aconselhável
conversar com o pediatra sobre a conveniência de uma cirurgia para
extração das amígdalas. É uma forma de evitar que a criança desenvolva
uma febre reumática, complicação comum nesse casos.
Tratamento:
Para prevenir, a partir dos dois anos de idade, sempre que a criança
apresentar coriza, convém pingar-lhe soro fisiológico no nariz,
inclinando bem sua cabeça para trás.
PNEUMONIA
Sintomas:
Trata-se de uma infecção aguda nos pulmões e geralmente se instala
após uma doença respiratória, como gripe asma ou mesmo o sarampo.
Os sinais são: respiração rápida, chiado, narinas dilatadas, tosse,
sonolência e febre alta. Ataca mais as crianças que tem pais fumantes,
as desnutridas e aquelas que tem problemas respiratórios crônicos.
Tratamento:
A ordem é não perder tempo em procurar o médico. Ele pedirá um raio-x
do tórax e, dependendo da gravidade, pode apenas receitar antibióticos
ou uma aconselhar internação. Ajuda dar bastante líquido à criança
e fazê-la respirar vapor de água para eliminar o catarro.
Vacina: Dependendo do
caso, o pediatra pode recomendar, a partir do segundo ano, a vacina
pneumocócica.
MENINGITE
Sintomas:
Pode ser viral ou bacteriana. Transmite-se pelo ar ou se instala
em decorrência da complicação de outras doenças, como pneumonia,
sinusite e otite. Começa como um resfriado forte, com febre alta,
vômitos em jatos e rigidez na nuca.
Tratamento:
O primeiro passo é a realização de um exame do líquor céfalo-raquidiano,
para saber que tipo de meningite é, e que tratamento será seguido.
Nos quadros bacterianos, é necessário manter a criança isolada.
Vacina: É a chamada meningocócica
A e C, que pode ser aplicada em dose única aos 18 meses ou, a critério
do pediatra, aos dois anos, quatro e seis meses.
CONJUNTIVITE
Sintomas:
Localizada nos olhos, essa infecção causa vermelhidão, pus e ardência
no globo ocular. Há um lacrimejamento intenso, que faz ás pálpebras
grudarem durante o sono. É muito contagiosa e se transmite por contato
físico, roupas de cama ou toalhas. Surtos de conjuntivite são comuns
em grandes cidades, quando o ar fica muito poluído.
Tratamento:
Convém separar a toalha de uso da criança infectada e manter seus
olhinhos limpos com água fervida ou soro fisiológico. Só um médico
oftalmologista pode indicar um colírio ou pomada específicos.
TUBERCULOSE
Sintomas:
Tosse crônica com escarro ao acordar, febre baixa à tarde e suores
noturnos são sinais de alarme. Dores no peito ou nas costas, perda
de peso e fraqueza completam o quadro. A doença ataca mais crianças
desnutridas. E se houver qualquer caso de tuberculose na casa, é
preciso levar a criança ao médico. Mesmo que ela não apresente nenhum
sintoma, recomenda-se o uso de medicação preventiva.
Tratamento:
A causa envolve cuidados prolongados e o uso de antibióticos específicos
por, no mínimo seis meses. Não se deve interromper a medicação sem
orientação médica, pois há risco de a doença voltar com mais resistência.
Vacina: A BCG, aplicada ainda no primeiro mês de vida, é
uma prevenção indispensável.
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